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Archive for julho \14\UTC 2011

Liberar acesso HTTPS em uma porta diferente da 443

Problema
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Resolução
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– Por padrão o ISA Server / TMG só permite conexões SSL na porta 443 e 563 (NNTP).

– Quando tentamos acessar o site acima na porta 7778, recebemos a seguinte mensagem no Monitoring do ISA/TMG:

Status: 12204 The specified Secure Sockets Layer (SSL) port is not allowed. ISA Server is not configured to allow SSL requests from this port. Most Web browsers use port 443 for SSL requests.

Para liberar esse acesso, precisamos fazer uma configuração para que seja permitido a utilização de SSL na porta 7778.

Liberar a porta 7778 nas regras, não resolve o problema. O Web Proxy Filter intercepta a conexão e nega o acesso da mesma maneira.

Para corrigir esse problema, utilizamos uma ferramenta do site ISA TOOLS http://www.isatools.org/tools/ISAtrpe.zip

Essa ferramenta mostra em quais portas o trafego SSL está liberado.

Por padrão, as portas 443 e 563 são liberadas conforme pode ser visto abaixo:

Com essa ferramenta podemos adcionar uma nova porta para utilizar SSL.

Adicionando a porta 7778 como porta permitida para a utilização do SSL, nós não precisamos liberar a porta 7778 na access rule que libera o trafego. Apenas liberando o protocolo HTTPS, o acesso aos sites HTTPS que utilizam a porta 7778 estarão liberados.

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Renato Marson Pagan

Categorias:Uncategorized

Problema de Replicação entre dominios – Lingering Objects

Problema
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– Problemas de replicação, um dos DCs da floresta estava apresentando problemas de replicação. Vários eventos relatando Lingering Objects.

– O Servidor DC02.subdomain.Contoso.com não estava conseguindo replicar com nenhum outro DC da Floresta.

– Ao Rodar o comando REPADMIN /SHOWREPS recebemos a mensagem:

Last error: 8606 (0x219e):
Insufficient attributes were given to create an object.  This object may not exist because it may have been deleted and already garbage collected.

Nos DCs que ele estava tentando se replicar, estavamos recebendo o evento abaixo:

  Event
Type: Error

  Event Source: NTDS Replication

  Event Category: Replication

  Event ID: 1988

  Date:
5/9/2011

  Time:
9:02:46 AM

  User:
NT AUTHORITY\ANONYMOUS LOGON

  Computer: ARMG33

  Description:

  Active Directory Replication encountered the
existence of objects in the following partition that have been deleted from the
local domain controllers (DCs) Active Directory database.  Not all direct or transitive replication
partners replicated in the deletion before the tombstone lifetime number of
days passed.  Objects that have been
deleted and garbage collected from an Active Directory partition but still
exist in the writable partitions of other DCs in the same domain, or read-only
partitions of global catalog servers in other domains in the forest are known
as “lingering objects”.

      This event is being logged because the
source DC contains a lingering object which does not exist on the local DCs
Active Directory database.  This
replication attempt has been blocked.

      The best solution to this problem is to
identify and remove all lingering objects in the forest.

  

  Source DC (Transport-specific network
address):

  0f6b1a87-a727-4962-a8a6-ecdfe8a60bb6._msdcs.contoso.com

  Object:


CN=testeADEL:xxxxxxx-50fb-480c-890c-xxxxxxxxxx,CN=Deleted
Objects,DC=subdominio,DC=contoso,DC=com

  Object
GUID:  1ba4696a-50fb-480c-890c-xxxxxxxxxx

     User Action:

     Remove Lingering Objects:

      The action plan to recover from this
error can be found at http://support.microsoft.com/?id=314282.

      If both the source and destination DCs
are Windows Server 2003 DCs, then install the support tools included on the
installation CD.  To see which objects
would be deleted without actually performing the deletion run “repadmin
/removelingeringobjects
/ADVISORY_MODE”. The eventlogs on the source DC will enumerate
all lingering objects.  To remove
lingering objects from a source domain controller run “repadmin
/removelingeringobjects
<NC>”.

      If either source or destination DC is a
Windows 2000 Server DC, then more information on how to remove lingering
objects on the source DC can be found at
http://support.microsoft.com/?id=314282 or from your Microsoft support personnel.

      If you need Active Directory replication
to function immediately at all costs and don’t have time to remove lingering
objects, enable loose replication consistency by unsetting the following
registry key:

     Registry Key:

  HKLM\System\CurrentControlSet\Services\NTDS\Parameters\Strict
Replication Consistency

      Replication errors between DCs sharing a
common partition can prevent user and compter acounts, trust relationships,
their passwords, security groups, security group memberships and other Active
Directory configuration data to vary between DCs, affecting the ability to log
on, find objects of interest and perform other critical operations. These
inconsistencies are resolved once replication errors are resolved.  DCs that fail to inbound replicate deleted
objects within tombstone lifetime number of days will remain inconsistent until
lingering objects are manually removed by an administrator from each local DC.

      Lingering objects may be
prevented by ensuring that all domain controllers in the forest are running
Active Directory, are connected by a spanning tree connection topology and
perform inbound replication before Tombstone Live number of days pass.

Ambiente
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– DC01.Contoso.com (Global Catalog)

– DC02.subdomain.Contoso.com

– O dominio subdomain.contoso.com tem somente o Domain Controller DC02

Resolução:
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– Resumidamente, Lingering Objects são objetos que existem em um DC mas não existem em outros. Esses objetos podem existir em qualquer partição, menos no schema. Esses objetos ocorrem quando um objeto é deletado de um DC e essa informação não é replicada para outro DC.

– Para iniciar o Troubleshooting precisavamos encontrar qual era o servidor que estava com problemas. Para isso, pegamos o Source DC apresentado no evento acima e rodamos o comando:

PING 0f6b1a87-a727-4962-a8a6-ecdfe8a60bb6._msdcs.contoso.com

O servidor que respondeu foi o dc02.subdominio.com. Com isso sabemos qual é o servidor que está com esses lingering Objects.

– Seguimos o artigo http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc780362(WS.10).aspx para fazer a remoção de Lingering Objects. Esse é um procedimento comum e ocorre com muita frequencia.

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Ao rodar o comando:

repadmin /removelingeringobjects ServerName ServerGUID DirectoryPartition /advisory_mode

onde:

ServerName = Servidor que tem os Lingering Objects. No nosso caso DC02.subdomain.contoso.com

ServerGUID = GUID de um DC saudavel com uma copia da Partição onde se encontra os Lingering objects com permissão de escrita. No nosso caso, nós não tinhamos um segundo DC no dominio subdominio.contoso.com. Então tentei rodar o comando utilizando o GUID do servidor DC01.contoso.com que tem uma cópia de leitura da partição subdomain.contoso.com

DirectoryPartition = Partição com o Lingering Object

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O comando ficou assim: repadmin /removelingeringobjects DC02.subdomain.contoso.com
1e70340f-6287-491b-8026-0fd38b3c4136 DC=subdomain,DC=contoso,DC=com /advisory_mode

Recebemos a mensagem:

DsReplicaVerifyObjectsW() failed with status 8440 (0x20f8):    The naming context specified for this
replication operation is invalid.

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Isso ocorre pois o DC01.contoso.com não tem uma copia com permissão de escrita (writable) da partição DC=subdomain,DC=contoso,DC=com. Ele é um Global Catalog, com isso ele hospeda uma copia somente leitura de todas as partições da floresta incluindo a partição do dominio filho DC=subdomain,DC=contoso,DC=com

Como o único Domain Controller do dominio subdomain.contoso.com é o servidor DC02.subdomain.contoso.com não é possivel rodar o comando repadmin
/removelingeringobjects pois não há nenhum outro DC com uma copia de escrita dessa partição.

O DC02.subdomain.contoso.com é o único DC da floresta que tem uma copia da partição DC=subdomain,DC=contoso,DC=com
com permissão de escrita. Como esse DC02 estava saudavel e funcionando normalmente podemos considera-lo como tendo a versão válida da partição DC=subdomain,DC=contoso,DC=com

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Para resolver esse problema precisamos recriar a partição DC=subdomain,DC=contoso,DC=com no DC01.Contoso.com

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Uma das opções para resolver esse problema é desmarcar a opção de GC e marca-la novamente no servidor DC01.Contoso.com. Se na floresta só existir um subdominio esse processo não tem tanto impacto, mas nesse caso existiam 27 subdominio um em cada site / cidade. Com isso o DC01.Contoso.com hospedava uma copia de leitura de 27 partições.

Realizando esse procedimento de remover a flag de GC e adiciona-la novamente, iria gerar um enorme trafego de rede pois o DC01.Contoso.com iria ter que contatar todos os dominios filhos e fazer a transferencia de todas as partições novamente.

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Para eliminar esse problema, utilizamos o comando REPADMIN /REHOST. Esse comando deleta somente uma partição especifica e contata o DC que tem uma cópia de escrita para recuperar essa partição.

A sintaxe desse comando é: REPADMIN /REHOST

Mais informações sobre o commando Repadmin /rehost http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc811549(WS.10).aspx

No nosso caso rodamos o comando REPADMIN /REHOST DC01.contoso.com DC=subdominio,DC=dominio,dc=com
DC02.subdominio.contoso.com para refazer a partição DC=subdominio,DC=dominio,dc=com no servidor DC01.contoso.com tendo como referencia o DC02.subdominio.contoso.com.

Rodar esse comando para todos os GCs que estão com problema de replicação para esse servidor especifico e apresentando os eventos de Lingering Objects.

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Artigos Relacionados
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Clean that Active Directory forest of lingering objects

http://blogs.technet.com/b/glennl/archive/2007/07/26/clean-that-active-directory-forest-of-lingering-objects.aspx

http://blogs.technet.com/b/glennl/archive/2007/10/04/so-you-want-to-clean-up-your-forest-of-lingering-objects-before-you-set-your-forest-to-strict-but-you-have-windows-2000-dcs-in-the-forest.aspx

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Renato Marson Pagan

Problemas ao acessar HTTP e HTTPS em uma VPN Site to Site

12 de julho de 2011 1 comentário

Problema
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– Cliente tem uma VPN site to site e precisa acessar o webserver localizado no site remoto mas não está sendo possivel.

Ambiente
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– VPN IPSEC Site to Site entre um TMG e um CISCO ASA.

– Nas configurações do TMG em Network Rules o relacionamento entre as redes da VPN era Route.

Resolução
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– Nesse caso, só não era possível fazer o acesso HTTP ao Webserver.

– Conseguiamos nos conectar no webserver através de RDP e era possível pingar o servidor. Somente o acesso HTTP recebia Timeout.

– Nos logs do TMG tínhamos a mensagem:

Log type: Web Proxy (Forward)
Status: 10060 A connection attempt failed because the connected party did not properly respond after a period of time, or established connection failed because connected host has failed to respond.

– Estavamos realizando os testes a partir da máquina cliente 192.168.0.10. Ao monitorar o CISCO os pacotes HTTP estavam chegando com o IP 200.200.200.1 que é o IP externo do TMG.

– Como a relação entre as duas redes é de Roteamento, isso significa que o trafego HTTP estava sofrendo NAT e isso não é recomendado em uma VPN IPSEC. O trafego deveria chegar com o IP do cliente.

– Isso ocorre pois quando o trafego HTTP passa pelo TMG ele é tratado pelo Web Proxy Filter e esse filtro sempre utiliza NAT. Mesmo não marcando o endereço de proxy no navegador (Navegando por SecureNAT) o problema ocorre, pois é tratado como transparente Proxy pelo Web Proxy Filter.

– Para solucionar esse problema precisamos de um “workaround” para que o trafego HTTP entre as redes VPN não seja tratado pelo Web Proxy Filter:

– Criar um novo protocolo “HTTP Sem filtro” com a porta 80 outbound e desabilitar o Web Proxy Filter.

– Criar uma nova access rule com Source = “Internal” e Destination = “Rede VPN” utilizando esse novo protocolo criado.

– Criar uma acess rule com All outbound traffic except selected e selecionar o protocol HTTP como exceção – From “Internal” to “Rede VPN”. Colocar essa regra abaixo da regra liberando o trafego “HTTP sem filtro”.

– Outro Workaround é desabilitar o filtro Web Proxy Filter do protocolo HTTP, mas nesse caso teríamos várias desvantagens. Todo o trafego HTTP não seria tratado pelo WebProxy Filter e a funcionalidade de Cache do TMG não funcionaria.

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Renato Marson Pagan

TMG – NLB – Bi Directional Affinity ( BDA ) – Afinidade Bi Direcional

Considere o Ambiente abaixo com um Array com 2 Servidores TMG e com NLB configurado somente para a rede interna.

Ambiente
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Nesse caso, o cliente estava utilizando os 2 nós do array para publicar um único servidor SMTP na rede interna.

O Servidor SMTP estava publicado na internet com os IPs 200.200.200.1 no TMG01 e 200.200.200.2 no TMG02.

O balanceamento havia sido feito no DNS, configurando o MX para os IPs 200.200.200.1 e 200.200.200.2 conforme descrito no link abaixo:

http://www.zytrax.com/books/dns/ch9/rr.html#mail

Problema:
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– Foi publicado o servidor SMTP com uma regra recebendo os dois IPs válidos, um em cada servidor TMG, quando tentávamos o aceso por um ip funcionava corretamente, quando tentávamos refazer o mesmo teste usando o outro ip publicado ele não aceitava, ficava aguardando e depois apresentava o com o erro abaixo no log do servidor TMG:

Failed Connection Attempt
Log type: Firewall servisse
Status: A connection attempt failed because the connected party did not properly respond after a period of time, or established connection failed because connected host has failed to respond.

– Não era possível se conectar no servidor SMTP utilizando-se os 2 IPs externos. Ou funcionava um ou outro.

Resolução:
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– Olhando a regra de publicação, na aba “TO” a opção “Requests appear to come from the original client” estava selecionada.

– Alteramos essa opção para “Requests appear to come from the ISA Server computer”.

– Após essa alteração, conseguimos nos conectar com sucesso em ambos os IPs externos.

– Com isso, aparentemente o caso havia sido resolvido.
– Estavamos conseguindo conectar no servidor SMTP utilizando os dois IPs, passando pelos 2 TMGs. Mas o servidor que estava sendo publicado era um SMTP Server. Os servidores SMTP precisam saber o IP de origem da conexão para fazer consulta do DNS Reverso .
– Por esse motivo, não seria possível manter a opção “Requests appear to come from the ISA Server computer”.

– Quando a opção “Requests appear to come from the ISA Server computer” está marcada, o TMG envia a requisição para o servidor SMTP com o IP dele. Com isso, quando o servidor SMTP responde para o VIP, o mecanismo do NLB sabe identificar de qual nó o trafego veio e envia a resposta para o nó correto.

– A opção “Requests appear to come from the original client” não funciona quando temos NLB em uma única interface do TMG. Abaixo segue a explicação:

– Quando uma requisição é realizada por um cliente externo, um dos nós do TMG irá se encarregar de encaminhar essa requisição para o servidor SMTP na rede interna. Essa requisição chega ao servidor SMTP com o IP do cliente que fez a requisição.
– Quando o Servidor SMTP responde essa requisição, ele envia para o gateway cadastrado na placa de rede (nesse caso é o VIP do NLB).
– O problema ocorre quando a requisição externa é feita para o TMG01 e na resposta do SMTP Server, o NLB (que não sabe de qual nó a conexão foi iniciada pois o endereço de destino é externo) encaminha esse pacote para o TMG02. Isso faz com que a conexão seja quebrada.

– Para resolver esse problema, precisamos que as conexões em ambas as direções passem pelo mesmo TMG. A única maneira de fazer isso, é configurar as placas externas do TMG em NLB.

– Com o NLB configurado na placa Interna e externa, temos a afinidade Bi-Direcional.

– Essa afinidade bi-direcional, garante que a requisição e a resposta passem pelo mesmo nó do array fazendo que seja possível se conectar por ambos os IPs externos.

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Nos artigos abaixo, é muito bem descrito o funcionamento do NLB BDA.

http://blogs.technet.com/b/isablog/archive/2008/03/12/bi-directional-affinity-in-isa-server.aspx

http://www.isaserver.org/articles/2004nlbbdarevisted.html

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Renato Marson Pagan

 

KMS

Excelentes artigos do nosso amigo Chang sobre KMS, que é um tema pouquissimo abordado e com pouca documentação.

Esses artigos já me salvaram ao menos 2 vezes  🙂

http://panerarichang.blogspot.com/2010/12/just-to-clarify-kms-is-part-of-volume.html

http://panerarichang.blogspot.com/2011/01/let-talk-about-office-2010-x-kms.html

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Renato Marson Pagan

Categorias:KMS Tags: